Conselho Municipal da Juventude de Upanema

Funciona como um espaço privilegiado de diálogo e análise dos problemas da juventude, visando a promoção de atividades/iniciativas para os jovens. Baseia-se num trabalho de parceria alargada, efetiva e dinâmica com os vários membros e visa um planejamento estratégico da intervenção nos jovens, estimulando a sua participação na vida cívica, cultural e política. Pretende ainda proporcionar aos jovens do concelho os meios para o estudo e o debate sobre as diversas temáticas da área da juventude..


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A Lei da Meia-Entrada Mudou!

Após um período de dois meses de adaptação, já passa a valer em cinemas, teatros, casas de show e estádios de futebol a Lei da Meia-Entrada, publicada no Diário Oficial no início de outubro. A partir desta terça-feira, uma cota de 40% limita a quantidade de bilhetes que podem ser vendidos pela metade do preço praticado, voltados para estudantes, jovens de baixa renda com idades entre 15 e 29 anos, e portadores de deficiência. Outra mudança é que a carteirinha padronizada dos estudantes já passa a valer, o que significa que o antigo documento emitido por universidades não será mais aceito.

Os alunos que ainda não têm o documento oficial devem solicitá-lo a órgãos como a União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), Diretórios Centrais dos Estudantes (DCE) e centros e diretórios acadêmicos, de nível médio e superior. Para Eduardo Barata, presidente da Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro (APTR), a carteirinha será um dos problemas iniciais neste primeiro fim de semana, o que deve ser superado com o tempo.

— Muitas pessoas ainda não tiraram a carteira padronizada, alguns já me escreveram dizendo que não estavam sabendo, mas já se passou o período de adaptação, e foi bem divulgado na época. De início vai ser mais difícil, mas é assim com toda a implementação de lei. Com a Lei Seca não foi diferente, muitos diziam que iam continuar bebendo e hoje isso caiu muito — diz Barata, lembrando que o documento unificado foi uma das maiores lutas dos produtores de eventos, por conta das falsificações.

Ele frisa, no entanto, que para exigir o que está na Constituição, os estabelecimentos vão precisar se comprometer com uma importante aliada, a comunicação:

— As pessoas têm que ter acesso à lei nas bilheterias, que têm que fornecer os telefones dos órgãos de fiscalização e o total do número de ingressos disponíveis para meia-entrada. Se há 300 ingressos disponíveis para venda isso precisa ser bem informado. Precisa ser dito que destes 300 ingressos, 120 são destinados à meia-entrada e, depois de vendida esta cota, a inteira terá que ser paga. Se essas informações não estiverem claras, aí sim o beneficiário vai ter acesso pagando a metade do preço independentemente de já ter passado o limite da cota.

Veja mais informações: Meia Entrada
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